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Governança e Pactuação Interfederativa

A governança do SUS no âmbito regional é realizada pelas Comissões Intergestores. Estas são instâncias de negociação e pactuação consensual entre os entes federativos para a definição das regras da gestão compartilhada do SUS.

Instâncias de Governança Interfederativa
do SUS

As decisões pactuadas nas Comissões Intergestores (CIT, CIB, CIR) devem estar em conformidade com a definição da política consubstanciada em planos de saúde, aprovados pelos Conselhos de Saúde.

Comissão Intergestores Tripartite (CIT)

​Nível federal, responsável por pactuar diretrizes gerais nacionais sobre Regiões de Saúde, limites geográficos, referência e contrarreferência, e a organização das Redes de Atenção à Saúde (RAS).

 

A CIT também pactua os aspectos operacionais, financeiros e administrativos da gestão compartilhada do SUS.

​Comissão Intergestores Bipartite (CIB)

Nível estadual, responsável por pactuar diretrizes estaduais e definir a conformação das regiões e macrorregiões de saúde no estado.

A CIB deve instituir e fortalecer a CIR como espaço de governança regional.

Comissão Intergestores Regional (CIR)

Instância regional, que pactua o rol de ações e serviços que serão ofertados na respectiva região, os critérios de acessibilidade e escala para a conformação dos serviços, e o planejamento regional.

As decisões pactuadas nas Comissões Intergestores (CIT, CIB, CIR) devem estar em conformidade com a definição da política consubstanciada em planos de saúde,

aprovados pelos Conselhos de Saúde.

O Papel da Secretaria Estadual de Saúde na Regionalização

A Secretaria Estadual de Saúde - SES) tem um papel de coordenadora e indutora central do processo de regionalização em seu território. São competências suas:

​

  • Coordenar o Planejamento Regional Integrado (PRI) em articulação com os municípios.

​

  • Organizar e pactuar com os municípios o processo de referência intermunicipal das ações e serviços de média e alta complexidade a partir da atenção básica.

​

  • Apoiar técnica e financeiramente as regiões de saúde, promovendo a equidade interregional.

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